Poderia ser engraçado, mas é quase trágico.
Esse e-commerce conseguia boas conversões, mas era rotina faltarem anúncios.
Mais de 15 produtos no perpétuo, lançamentos direto, diversas campanhas, narrativas...
Eu escrevia eles, escolhia quem gravaria, aprovava design, vídeo, até chegar no tráfego.
Depois, vírgula por vírgula, analisava as métricas de cada um e os supostos motivos.
Cerca de 100/semana, ou mais.
E mesmo assim, voando contra o tempo, faltavam anúncios.
E isso não é só em grandes operações, isso é problema em qualquer negócio.
Quando comecei lá, em seguida fiz questão dos FlashADS, e logo todos viraram fãs.
Começou a sobrar anúncio pra subir, com menos trabalho, e as conversões de todos (até os de vídeo), subiram.
Já no Filipinho, numa escala um pouco menor, também tinha esses problemas.
Com o ajuste de que é ele quem grava, ele é o rosto da parada.
E encaixar anúncios numa rotina com conteúdo, reuniões, equipe... é complicado.
Mas depois dos FlashADS, fiz até pico de vendas sem ele precisar gravar um único vídeo.
Nesse SaaS as produções viviam no laço, e era comum não surgirem tantas variações.
Logo, a comunicação ficava batida, comum, as pessoas clicavam menos...
Fora ter que subir anúncios que ainda nem tinham sido gravados.
Que beleza...
Mas pós "flasherização", começou a sobrar anúncio e as métricas gerais agradeceram.
E claro, além do alívio na cabeça.
Dá só uma espiada em alguns resultados atuais e dessa época:
Poderia ficar colando prints assim por páginas e páginas.
"Tá... mas kiporra são os FlashADS?"
Essa campanha (entupida deles), vendeu por bons anos na década de 50.
Discursos focados em “carros mais robustos, potentes”, e um grande publicitário mirou no contrário: “pense pequeno”.
Simplesmente explodiu as vendas do Fusca e entrou pra história.
E se olharmos para o "Oscar da publicidade", o tal Cannes Lions, eles também estão lá:
Tradução: “Eu nunca li O economista”, assinado, estagiário aos 42 anos de idade.
Ele atiça a vergonha, falta de progresso, que poderia ter sido evitada ao ler esse jornal.
E ele é só lettering, o que chama ainda mais atenção diante do que vemos por aí.
Já numa produção própria para um produto meu:
Ainda usei a lua fortalecendo o mistério, mas geralmente só coloco lettering, só texto.
A base dos estáticos de performance, leva muito do que aprendi, inclusive, com quem já ganhou um prêmio em Cannes.
Nenhum deles tem fórmula, mas todos transbordam raciocínio criativo.
Intenção total em conversão e escala.
Cada vírgula tem um motivo sólido, além de um ar minimalista.
Nem preciso reforçar que é bem, bem diferente da maioria... até por isso os resultados vistos acima.
E considerando todo esse cenário e a falta de especialistas no mercado, que desenvolvi os FlashADS.
É o meu serviço de anúncios estáticos de performance, para negócios de qualquer tipo, tamanho e nicho.
Foco em conversão e escala.
Só pego algumas informações contigo e te entrego o mais rápido possível, anúncios realmente promissores.
Tudo pronto, nos formatos que você precisar e até com as legendas, pra só subir nas suas campanhas.
Pelas mãos de quem já produziu, aprovou e analisou, +5000 anúncios.
Em seguida te chamo pra entender o teu cenário.
Só que cuidado, preparei ofertas irresistíveis.
Uma conversa breve não custa nada, mas do contrário, continuar no mesmo cenário se torna cada vez mais caro.
E relaxa, o preço é justo, nada de absurdos.
E claro, a cada respiro a agenda só encurta.
Bora bater um papo.
E de qualquer modo, valeu pela companhia até aqui, nos vemos por aí.
Att.
Arthur Oliveira