Como provei para negócios de até 8 dígitos, que anúncios estáticos convertem muito e escalam?

Fora outros benefícios invejáveis, para qualquer tipo de negócio, tamanho e nicho.


Era o meu primeiro dia na empresa, isso por março de 2023.
Cheguei pra trabalhar em performance, criando, analisando e aprovando anúncios.
Por semana criava mais de 100, era uma operação de 8 dígitos/mês.

De início, a designer me olhou como se fosse me dar um soco, e a editora de vídeo como se eu fosse maluco.
Sentado em meio às duas, numa mesa encostada na parede, pedi pra olhar alguns anúncios.
A designer disse que pra cada 10 vídeos, saia 1-2 estáticos.
Em seguida, falei que certamente
mudaria esse cenário.

Até porque,
quando olho para os estáticos:
🔹Não se precisa escrever roteiros;
🔹Não é preciso gravar e nem editar vídeos;
🔹Se tiver a copy afiada, não se precisa nem de design, vai só o lettering;
🔹A produção é muito mais rápida (logo, se consegue um alto volume);
🔹O custo de produção é muito menor do que um de vídeo;
🔹Facilita testar hipóteses rápido (de ângulos, ofertas, narrativas, enfim);

E essa lista não para, a ponto de virar um pergaminho.
No caso deles, o que mais pegava era o alto volume que nunca era entregue.
Sempre faltavam anúncios, eram mais de 15 produtos, e pra produzir um único vídeo, caramba...

Eu escolhia quem gravaria (uma influenciadora, embaixadora, enfim), escrevia roteiro, mandava pra pessoa gravar, vinha o vídeo pra mim, conferia se precisava regravar algo, criava um roteiro de edição, passava pra editora de vídeo, voltava pra mim, conferia se era preciso ajustar algo, e só depois disso tudo chegava nas mãos do tráfego.
E isso, é padrão quase sempre, salvo principalmente essa parte das influenciadoras e tal, como deves saber.

Só de escrever o processo de produção, já deu até cãibra nas mãos.
Já num estático: roteiro > design (mais objetivo ainda ser for só lettering) > conferir/ajustar > tráfego.
Acredito que ficou claro a diferença, e lógico, isso também impacta bastante no bolso.

Nos estáticos se tem uma vantagem atrás da outra, e mesmo assim, muita gente olha de cara feia (e fala mal).
Certamente, pra tentar te empurrar goela abaixo os tais “vídeos cinematográficos e dinâmicos.”
Os de vídeo são eficientes, também uso, mas em situações específicas.
O ideal é fazer um misto dos dois, até pelo volume de produção, seja pra grandes ou pequenas operações.

Ninguém se safa, anúncio é uma coisa que sempre se precisa atualizar, testar... o que já deves vivenciar.
E claro, também pensando em resultado, convertem muito bem.
Inclusive, existem estáticos que venderam por anos, e alguns que já foram até premiados no “Oscar da publicidade”, no Cannes Lions, como por exemplo:

Esse vendeu por bons anos, indo contra o crescimento acelerado dos grandes carros americanos nos anos 50.
Todos focando em “maior, mais robusto, mais potente”, e um grande publicitário colocou os holofotes sobre a Volkswagen falando o contrário, “pense pequeno”, tracionando as vendas do Fusca e entrando pra história.

E se olharmos
pra Cannes...

Tradução: “Eu nunca li O economista”, assinado, estagiário aos 42 anos de idade.
Ele atiça uma certa vergonha, falta de progresso, que ter lido O Economista poderia ter resolvido.

E nem preciso olhar muito longe, posso focar nas minhas próprias produções:

Esse usei num produto próprio, ainda coloquei a lua fortalecendo o mistério, mas geralmente só coloco lettering, só texto.
E aí
tu se pergunta: “mas será que isso converte mesmo?”


Poderia ficar colando prints assim por páginas e páginas.


Inclusive, métricas assim apareceram no projeto que te falei lá no início,
lembra?
Nesse caso, se tratava de um
e-commerce, esse aqui:

Mas também já validei em infoprodutos, como no projeto do Felippe (em lançamentos e perpétuos):

SaaS também já foi, como na Clint que é uma referência gigante no mercado digital:

Já mais do que provei que anúncios estáticos performam bem, escalam... e pro bolso, energia e tempo, é totalmente favorável.
Desde empresas externas até no meu próprio negócio.

E claro, métricas como te mostrei acima, se tornam mais frequentes quando quem cria os anúncios realmente entende de copy, performance, e não só fica criando no achismo ou porque “ficou bonito”.

O ideal é converter, captar, vender... e não é só porque é “um simples estático”, que criar bons se torna fácil.

Cada vírgula precisa de motivos sólidos.

E só sair copiando a concorrência, usar IA pra criar igual a todo mundo, já sabe...
Quanto mais xerox, mais as pessoas passam reto, menos clicam, menos converte.


Eles servem pra qualquer tamanho de negócio, nicho e tipo de produto.
Seja pra quem não gosta de gravar, não tem tempo, quer investir menos dinheiro nessas criações...
Basta querer vender melhor, e com menos esforço no quesito anúncios.

E considerando todo esse cenário, e a falta de especialistas em estáticos no mercado, desenvolvi os FlashADS.

É o meu serviço de anúncios estáticos, focados em lettering, e raramente com algo além de texto.

Cada criação é única, zero cópia.
Onde pego algumas informações contigo e te entrego o mais rápido possível, anúncios realmente promissores.
Cada vírgula com lógica, motivos sólidos, focados em performance: converter e escalar.
Tudo pronto, nos formatos que você precisar e até com as legendas, pra só subir nas suas campanhas.

Em seguida te chamo pra entender o teu cenário.
Preparei uma oferta irresistível, com pacotes de anúncios, bônus... tudo impecável, inclusive as entregas, é claro.

Um papo breve não custa nada, mas do contrário, permanecer no mesmo cenário pode sair bem caro.
E fica tranquilo, o preço é justo (e por enquanto, bem acessível).
E claro, com o tempo, a agenda fica cada vez mais curta.

De qualquer modo, agradeço por teres ficado comigo até aqui... nos vemos por aí.

Att.
Arthur Oliveira

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